sexta-feira, 8 de julho de 2011
quinta-feira, 7 de julho de 2011
O que por que e como?
O que por que e como?
A avaliação formativa é o componente indispensável e indissociável da prática pedagogia, suas múltiplas funções se unifica na orientação e regulação do processo ensino-aprendizagem no âmbito da aprendizagem significativa. Para o aluno, a função dessa concepção de avaliação é fornecer subsídios para que ele compreenda o seu próprio processo de aprendizagem e o funcionamento de suas capacidades cognitiva submetida na resolução de problemas. Dentro desse proposito, o foco se desloca do nível do desempenho para o da competência. Para o professor, a avaliação formativa orienta e regula a prática pedagógica, uma vez que se propõe analisar e identificar a adequação de ensino com o verdadeiro aprendizado dos alunos.
A avaliação formativa, mostrando como esses processos podem ajudar estudantes a reconhecerem seus avansos de aprendizagem. O ingresso da criança no Ensino Fundamental I, já aos seis anos de idade, precisa ser muito acolhedor, assim como deve ser feito na Educação Infantil. É preciso compreender que as crianças que ocupam esse espaço social, estão em processo de construção de identidades e, por isso, aprendem sobre a sociedade, sobre os outros e sobre si próprios. No entanto, é sempre importante lembrar que crianças nesta faixa etária encontram-se numa fase de conquistas da primeira infância e as do período escolar.
Sole (2004, p.53), no documento editado pelo MEC em 2006, reitera que não se trata de compartimentos estanques. À medida que meninos e meninas se mostram mais competentes na área cognitiva, suas possibilidades de inserir-se socialmente aumentam, bem como as relações interpessoais que podem estabelecer; e tudo isso muda a maneira como vêem a si mesmos.
Prática reflexiva do educador é fundamental.
Realizar sondagens periódicas permite conhecer a evolução “histórica” das produções dos alunos; trata-se de uma avaliação diagnóstica do processo de aprendizagem que não é estática: é o retrato do momento em que foi realizada e pode mudar, inclusive, de um dia para o outro.
A partir desses parâmetros a avaliação, deve ser realizada periodicamente, e não apenas ao final do bimestre.
Co-avaliaçãova (Perrenoud, 1999, p. 99). Situações que levem os alunos a apoiar os outros e a receber ajuda dos pares constituem experiências ricas na reestruturação dos seus próprios conhecimentos, na regulação das suas aprendizagens, e no desenvolvimento da responsabilidade e da autonomia.
A auto-avaliação é o processo por excelência da regulação, dado ser um processo interno ao próprio sujeito.
O que é avaliação?
Trabalhar para a inclusão da criança que ingressa no primeiro ano do Ensino Fundamental, de forma objetiva desenvolver suas habilidades e potencialidades.
Lembrando que as crianças nesta faixa etária enfrentam a mudança de uma fase de pensamento mais egocêntrico, no qual ainda é difícil sair do seu ponto de vista e lidar com relações, conceitos e processos socioculturais cada vez mais sofisticados, Justamente por isso é sempre muito importante pensar na utilização de materiais concretos para que as crianças possam experimentar diferentes maneiras de construir suas aprendizagens.
E para que o professor participe dessa construção de conhecimento significativa, precisa, de fato, reconhecer necessidades características da faixa etária com que atua respeitá-las, além de tentar perceber as possibilidades e potencialidades de cada uma das crianças de seu grupo.
Por tudo isso, as situações de avaliação não devem ser isoladas, mas sim, deve fazer parte de um processo, iniciado desde os primeiros dias de aula.
Avaliação formativa, da avaliação como acompanhamento de um percurso de aprendizagem.
A primeira conclusão a que podemos chegar é a de que as situações de avaliação não precisam ser criadas para avaliar e medir o que a criança ainda não conseguiu aprender, mas sim para analisar intervenções adequadas que contribuam para o avanço de cada uma delas.
Consideramos que, aos seis anos, as crianças apresentam entre si um modo diferente de aprendem. Qualquer situação de avaliação deve, portanto, fornecer possibilidades de execução para que todas elas possam realizá-las de acordo com o nível em que se encontram.
Auto avaliação, ao término de cada bimestre, você reserva alguns minutos de aula para que cada aluno reflita sobre o que estudou e como fez isso. Numa ficha com uma série de itens, é preciso responder a perguntas sobre comportamento, procedimentos de estudo e conteúdos. No fim, cada um atribui uma nota a si mesmo, nota essa que o professor pode considerar na média da disciplina. Até que o aluno vai reconhece as próprias falhas.
O diálogo na avaliação é uma medida importante tanto para o estudante tomar consciência de seu nível de aprendizagem e se responsabilizar pelo empenho em avançar, como para ajudar o docente a planejar intervenções em sala, essa forma de avaliação o professor vai identificar o processo de desenvolvimento de cada aluno.
A avaliação formativa é o componente indispensável e indissociável da prática pedagogia, suas múltiplas funções se unifica na orientação e regulação do processo ensino-aprendizagem no âmbito da aprendizagem significativa. Para o aluno, a função dessa concepção de avaliação é fornecer subsídios para que ele compreenda o seu próprio processo de aprendizagem e o funcionamento de suas capacidades cognitiva submetida na resolução de problemas. Dentro desse proposito, o foco se desloca do nível do desempenho para o da competência. Para o professor, a avaliação formativa orienta e regula a prática pedagógica, uma vez que se propõe analisar e identificar a adequação de ensino com o verdadeiro aprendizado dos alunos.
A avaliação formativa, mostrando como esses processos podem ajudar estudantes a reconhecerem seus avansos de aprendizagem. O ingresso da criança no Ensino Fundamental I, já aos seis anos de idade, precisa ser muito acolhedor, assim como deve ser feito na Educação Infantil. É preciso compreender que as crianças que ocupam esse espaço social, estão em processo de construção de identidades e, por isso, aprendem sobre a sociedade, sobre os outros e sobre si próprios. No entanto, é sempre importante lembrar que crianças nesta faixa etária encontram-se numa fase de conquistas da primeira infância e as do período escolar.
Sole (2004, p.53), no documento editado pelo MEC em 2006, reitera que não se trata de compartimentos estanques. À medida que meninos e meninas se mostram mais competentes na área cognitiva, suas possibilidades de inserir-se socialmente aumentam, bem como as relações interpessoais que podem estabelecer; e tudo isso muda a maneira como vêem a si mesmos.
Prática reflexiva do educador é fundamental.
Realizar sondagens periódicas permite conhecer a evolução “histórica” das produções dos alunos; trata-se de uma avaliação diagnóstica do processo de aprendizagem que não é estática: é o retrato do momento em que foi realizada e pode mudar, inclusive, de um dia para o outro.
A partir desses parâmetros a avaliação, deve ser realizada periodicamente, e não apenas ao final do bimestre.
Co-avaliaçãova (Perrenoud, 1999, p. 99). Situações que levem os alunos a apoiar os outros e a receber ajuda dos pares constituem experiências ricas na reestruturação dos seus próprios conhecimentos, na regulação das suas aprendizagens, e no desenvolvimento da responsabilidade e da autonomia.
A auto-avaliação é o processo por excelência da regulação, dado ser um processo interno ao próprio sujeito.
O que é avaliação?
Trabalhar para a inclusão da criança que ingressa no primeiro ano do Ensino Fundamental, de forma objetiva desenvolver suas habilidades e potencialidades.
Lembrando que as crianças nesta faixa etária enfrentam a mudança de uma fase de pensamento mais egocêntrico, no qual ainda é difícil sair do seu ponto de vista e lidar com relações, conceitos e processos socioculturais cada vez mais sofisticados, Justamente por isso é sempre muito importante pensar na utilização de materiais concretos para que as crianças possam experimentar diferentes maneiras de construir suas aprendizagens.
E para que o professor participe dessa construção de conhecimento significativa, precisa, de fato, reconhecer necessidades características da faixa etária com que atua respeitá-las, além de tentar perceber as possibilidades e potencialidades de cada uma das crianças de seu grupo.
Por tudo isso, as situações de avaliação não devem ser isoladas, mas sim, deve fazer parte de um processo, iniciado desde os primeiros dias de aula.
Avaliação formativa, da avaliação como acompanhamento de um percurso de aprendizagem.
A primeira conclusão a que podemos chegar é a de que as situações de avaliação não precisam ser criadas para avaliar e medir o que a criança ainda não conseguiu aprender, mas sim para analisar intervenções adequadas que contribuam para o avanço de cada uma delas.
Consideramos que, aos seis anos, as crianças apresentam entre si um modo diferente de aprendem. Qualquer situação de avaliação deve, portanto, fornecer possibilidades de execução para que todas elas possam realizá-las de acordo com o nível em que se encontram.
Auto avaliação, ao término de cada bimestre, você reserva alguns minutos de aula para que cada aluno reflita sobre o que estudou e como fez isso. Numa ficha com uma série de itens, é preciso responder a perguntas sobre comportamento, procedimentos de estudo e conteúdos. No fim, cada um atribui uma nota a si mesmo, nota essa que o professor pode considerar na média da disciplina. Até que o aluno vai reconhece as próprias falhas.
O diálogo na avaliação é uma medida importante tanto para o estudante tomar consciência de seu nível de aprendizagem e se responsabilizar pelo empenho em avançar, como para ajudar o docente a planejar intervenções em sala, essa forma de avaliação o professor vai identificar o processo de desenvolvimento de cada aluno.
1) Explique os tipos de memória baseando-se no esquema baixo:
A memória está dividida em dois tipos, conforme sua extensão no tempo, as atividades do cérebro envolvidas no processo, o grau de conservação, seu teor e os mecanismos neurológicos inclusos nesta operação.
O primeiro tipo é a memória declarativa, através da qual se retém na mente a idéia de saber que algo aconteceu; e a segundo é a memória procedimental ou não-declarativa, que conserva a noção de como se deu este evento. Enquanto os psicólogos e neurologistas preferem se dedicar ao estudo da memória declarativa, os neurobiólogos se concentram nesta última categoria.
A memória declarativa, focalizada no dom humano de expor verbalmente acontecimentos, está submetida à prática da recordação, e é subdividida em memória imediata, (Memória Semântica) que tem duração instantânea, sendo logo em seguida extinguida, memória de curto prazo ou de trabalho.
Cognitiva (Memória Episódica) quando envolve eventos datados, isto é relacionados ao tempo leva algumas horas para desaparecer, Deixando na mente alguns vestígios de sua presença, apenas o necessário para ser lembrado e empregado utilmente pelo homem, e está conectada às nossas emoções, sensações e
A memória Procedimental memória de longo prazo (ou de longa duração), centrada no potencial mental de guardar e reunir dados que não podem ser expressos oralmente, é mais duradoura, fácil de ser conservada. Estas são as categorias principais, condicionamento (Associativa) e aprendizado motor (não associativas) Ambas se reportam ao poder de recordar idéias conservadas na memória.
2) Enuncie os Princípios de Aprendizagem.
Princípios da Aprendizagem Significativa:
• Assegurar a relação das atividades de ensino e aprendizagem com a vida real
dos alunos, partindo sempre que possível, das experiências que possuem.
• A interação aluno-professor e aluno-aluno é essencial para que ocorra a construção de aprendizagens significativas e aquisição de conteúdos de claro componente cultural e social.
3) Justifique um erro que o professor pode cometer ao ensinar potenciação, nas séries finais do Ensino Fundamental I.
O professor pode cometer erros ao ensinar potenciação nas séries finais do Ensino Fundamental I por não ensinar multiplicação aos seus alunos, pois potenciação é uma multiplicação de fatores iguais.
4) Quais são os agravantes que um professor tem que se atentar ao propor uma situação problema?
Além de saber várias metodologias de ensino, o professor sem duvida deve dominar o conteúdo de uma delas.
A memória está dividida em dois tipos, conforme sua extensão no tempo, as atividades do cérebro envolvidas no processo, o grau de conservação, seu teor e os mecanismos neurológicos inclusos nesta operação.
O primeiro tipo é a memória declarativa, através da qual se retém na mente a idéia de saber que algo aconteceu; e a segundo é a memória procedimental ou não-declarativa, que conserva a noção de como se deu este evento. Enquanto os psicólogos e neurologistas preferem se dedicar ao estudo da memória declarativa, os neurobiólogos se concentram nesta última categoria.
A memória declarativa, focalizada no dom humano de expor verbalmente acontecimentos, está submetida à prática da recordação, e é subdividida em memória imediata, (Memória Semântica) que tem duração instantânea, sendo logo em seguida extinguida, memória de curto prazo ou de trabalho.
Cognitiva (Memória Episódica) quando envolve eventos datados, isto é relacionados ao tempo leva algumas horas para desaparecer, Deixando na mente alguns vestígios de sua presença, apenas o necessário para ser lembrado e empregado utilmente pelo homem, e está conectada às nossas emoções, sensações e
A memória Procedimental memória de longo prazo (ou de longa duração), centrada no potencial mental de guardar e reunir dados que não podem ser expressos oralmente, é mais duradoura, fácil de ser conservada. Estas são as categorias principais, condicionamento (Associativa) e aprendizado motor (não associativas) Ambas se reportam ao poder de recordar idéias conservadas na memória.
2) Enuncie os Princípios de Aprendizagem.
Princípios da Aprendizagem Significativa:
• Assegurar a relação das atividades de ensino e aprendizagem com a vida real
dos alunos, partindo sempre que possível, das experiências que possuem.
• A interação aluno-professor e aluno-aluno é essencial para que ocorra a construção de aprendizagens significativas e aquisição de conteúdos de claro componente cultural e social.
3) Justifique um erro que o professor pode cometer ao ensinar potenciação, nas séries finais do Ensino Fundamental I.
O professor pode cometer erros ao ensinar potenciação nas séries finais do Ensino Fundamental I por não ensinar multiplicação aos seus alunos, pois potenciação é uma multiplicação de fatores iguais.
4) Quais são os agravantes que um professor tem que se atentar ao propor uma situação problema?
Além de saber várias metodologias de ensino, o professor sem duvida deve dominar o conteúdo de uma delas.
terça-feira, 5 de julho de 2011
Resumo
O Triunfo
O filme O Triunfo relata os desafios epistemológicos, sociais, estruturais da relação professor-aluno. O filme é baseado na vida de Ron Clark (1994), um professor bem sucedido na Carolina do Norte (EUA), que parte para novos desafios e vai dar aulas no Harlem, em Nova York, Estados Unidos, e com essa decisão ele acaba enfrentando algumas barreiras,
A primeira barreira que o professor tem que vencer é a disputa pelo cargo, que conforme, vemos no filme não é fácil e poderia deixa muitos pelo meio do caminho. Trazendo para a nossa realidade, lutar contra as regras e normas da instituição, nem sempre é fácil, outra árdua batalha que professores e professoras enfrentam no seu dia-a-dia, são as resistências dos alunos, que, muitas vezes, não tem noções de limites, direitos e deveres. É diante desse novo desafio o professor Clark tenta atrair a atenção de seus novos alunos para que eles comecem a construção dos saberes. No entanto, as primeiras tentativas foram frustrantes, os alunos nem ouviam o que ele dizia, agiam completamente sem respeito à presença do professor, fazendo com que ele até pensasse em desistir. Diante da situação, o professor buscou uma metodologia diferenciada, visitou alguns dos alunos para conhecer suas realidades de vida, e pôde ver de perto a verdadeira condição que os influenciava na forma de viver e de se relacionar com as outras pessoas. O que é extrema importância por que conhecendo o convívio familiar podemos conhecer melhor os alunos com quem vamos trabalhar, e com base nessa experiência, que o professor resolveu implantar uma nova formula de aplicar aula, o de que: somos uma família, o que na verdade o é, a escola é uma extensão de casa, mas a resposta dos alunos, ao depara-se a essa novidade, foi de indiferença, Eles não sabiam nem o significado de família. Mediante a nova realidade os alunos deveriam ter uma nova postura dentro e fora da escola. Deveriam mudar a forma de convivência entre si, ter mais respeito para com o professor e com os colegas e com a sociedade. Ele queria que os alunos aprendessem a verdadeira essência de família, o cuidado com as pessoas a quem se ama, o companheirismo, a cumplicidade. Mais depois de muito trabalho o professor obtém êxito na sua jornada, por que não desistiu do seu objetivo, e quem não desiste de seu alvo certamente alcança a vitória. De forma objetiva e clara o autor consegue transmitir suas ideias. A partir do ponto de vista que é revelada uma metodologia de bons resultados e que, de maneira correta, essa metodologia trabalha de maneira adequada pode transformar vidas e mudar a história de uma família e por que não de uma comunidade, ou de um pais, a perspectiva de vida dos alunos são mudadas e surgem novos horizontes.
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